1467
A Tapada de Coelheiros é dada como dote a Branca de Vilhena e D. Rui de Sousa, ligado ao Tratado de Tordesilhas.
1887
O Conde de Azarujinha compra a propriedade. É também deste ano um dos primeiros registos conhecidos de vinha em Coelheiros.
1981
Joaquim e Leonilde Silveira compram a Tapada e plantam vinha e nogueiral, escolhendo castas pouco comuns no Alentejo da época.
1991
António Saramago faz o primeiro Tapada de Coelheiros Tinto, com um rótulo inspirado nas tradicionais tapeçarias de Arraiolos.
1996
O Tapada de Coelheiros Garrafeira 1996 é distinguido como um dos grandes vinhos do Alentejo e de Portugal.
2015
Alberto Weisser adquire a propriedade e passa a viver na Tapada.
2016
No ano seguinte, Luís Patrão assume a enologia e a viticultura.
2017
Coelheiros ganha uma nova identidade inspirada nos tapetes de Arraiolos. Nasce também o primeiro Vinha do Taco e a nova gama Coelheiros.
2021
Coelheiros recebe a certificação PSVA, tornando-se o segundo produtor do país a obter esta certificação de produção sustentável.
2022
Começam as provas e visitas à Tapada e nasce o Coelheiros Rosé. A vinha conta já com certificação biológica.
2023
Arranca o Projeto Bio Montado, criado para aumentar a resiliência do montado e dos ecossistemas da vinha através de áreas-piloto. O olival tem a sua primeira colheita com certificação biológica e é lançado o primeiro Vinha do Alto, da colheita de 2018.
2024
É lançado o primeiro Vinha da Sobreira, da colheita de 2020, e o nogueiral tem a sua primeira colheita com certificação biológica.